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5.2.1.4 End of Frame Time

O End of Frame Time é o tempo de repouso após um frame, que é necessário para comutar o repetidor no slave. Este tempo tem de ser dimensionado de forma a que as lacunas de um frame não conduzam a uma detecção incorreta do End of Frame Time. O ajuste do End of Frame Time é efetuado por meio da entrada ENDOFFRAMETIME.

End of Frame Time

ENDOFFRAMETIME

 

Valor

3 x Frame Time

0

 

 

100 ms

1

 

 

200 ms

2

 

 

500 ms

3

 

 

1 s

4

 

 

1 ms

5

 

 

10 ms

6

 

 

50 ms

7

 

 

Tabela 5.15: End of Frame Time, controlador

O ajuste standard é 3 x Frame Time.

5.2.1.5 Modo ASCII/RTU

Existem dois modos de transmissão diferentes no MODBUS:

Modo ASCII:

Cada byte (8 bit) é enviado sob a forma de 2 caracteres ASCII.

Vantagem:

São transmitidos os caracteres que podem ser representados. As

 

lacunas entre os caracteres não têm de ser tomadas em conta, desde

 

que não excedam um segundo.

Modo RTU:

Cada byte(8 bits) é composto por dois caracteres hexadecimais de 4

 

bits.

Vantagem:

Visto que para cada byte apenas é transmitido 1 caractere, é

 

alcançada uma maior passagem de dados do que no modo ASCII.

O ajuste é efetuado por meio da entrada ASCIIRTUMODE.

Modos

ASCIIRTUMODE

 

Valor

 

 

ASCII

FALSE

 

 

RTU

TRUE

 

 

Tabela 5.16: Modo ASCII-/RTU, controlador

O ajuste standard é o modo RTU.

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MODBUS / Configuração

 

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5.2.1.6 Error Check

A partir do frame a transmitir no emissor (comando superior) é calculada uma soma de verificação (CRC). Esta soma é transmitida no frame para o receptor (controlador). Se o Error Check estiver ativo, a soma de verificação é comparada com a soma de verificação no acoplador calculada segundo a mesma regra. O LED vermelho ‘CRC’ comunica um erro.

O ajuste é efetuada por meio da entrada ERRORCHECKING.

Error Check

ERRORCHECKING

 

Valor

 

 

ignorado

FALSE

 

 

em processamento

TRUE

 

 

Tabela 5.17: Error Check, controlador

O ajuste standard é o Error Check ativado.

5.2.1.7 Extended Functions

Ainda não se encontram disponíveis os registros para outras possibilidades de diagnóstico interno (Extended Functions) no âmbito de endereços do acoplador, pelo que se deve colocar a entrada atribuída EXTENDEDFUNCTIONS em FALSE.

Extended

EXTENDEDFUNCTIONS

Functions

Valor

sem

FALSE

 

 

disponível

TRUE

 

 

Tabela 5.18: Extended Functions, controlador

No ajuste standard as outras possibilidades de diagnóstico estão desativadas.

MODBUS / Configuração

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5.2.1.8 Watchdog

O Watchdog serve para a vigilância da transmissão de dados entre o comando superior e o controlador. Se após algum tempo que está previamente definido não tiver sido estabelecida nenhuma comunicação, é possível passar o controlador para um estado seguro.

O Watchdog é ativado por meio da entrada NOWATCHDOG.

Watchdog

NOWATCHDOG

 

Valor

Ativado

FALSE

 

 

desativado

TRUE

 

 

Tabela 5.19: Watchdog, controlador

O ajuste standard é o Watchdog ativado.

A excitação do Watchdog é detalhadamente descrita no capítulo 5.3.2.

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MODBUS / Configuração

 

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5.2.2Intercâmbio de dados entre Master MODBUS e controlador

O controlador é composto basicamente pela função CLP assim como as interfaces para os terminais de bus e para o MODBUS. Existe intercâmbio de dados entre a função CLP, os terminais de bus e o Master MODBUS. Este sistema trabalha com dois formatos de endereço diferentes.

MODBUS

 

 

Master

 

2

Bus

1

x

 

%

 

 

Endereços

 

 

de memória

 

 

2

 

1

3

 

3

Função

 

Terminais

CLP

 

de bus

 

 

750-4xx....6xx

Nó de bus de campo

Figura 5.6: Intercâmbio de dados entre o Master MODBUS e o controlador

g012817p

1Intercâmbio de dados entre o Master MODBUS e os terminais de bus (apresentação hexadecimal ou decimal dos endereços, x)

2Intercâmbio de dados entre o Master MODBUS e (apresentação hexadecimal ou decimal dos endereços, x) e função CLP (endereços absolutos, %)

3Intercâmbio de dados entre os terminais de bus e a função CLP (endereços absolutos, %)

MODBUS / Configuração

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5.2.2.1 Intercâmbio de dados entre o Master MODBUS e os terminais de bus

O intercâmbio de dados entre o Master MODBUS e os terminais de bus é efetuado através da leitura e do registro por bits ou bytes.

No controlador existem 4 tipos diferentes de dados de processo:

Palavras de entrada

Palavras de saída

Bits de entrada

Bits de saída

Os endereços das palavras de dados na figura do processo das entradas e das saídas estão representados na figura seguinte:

MODBUSModbus Master

 

Word

Bit

Word

Word

Bit

Bit

Hex

0x000

0x000 ...

0x000

0x200

0x000 ...

0x200 ...

 

 

0x00F

 

 

0x00F

0x20F

Dez

0

0 ... 15

0

512

0 ... 15

512 ... 527

Controlador

 

PAE

 

 

PAA

 

Hex

0x0FF

0x0F0 ...

0x0FF

0x2FF

0x0F0 ...

0x2F0 ...

 

 

0x0FF

 

 

0x0FF

0x2FF

Dez

255

240 ... 255

255

767

240 ... 255

752 ... 767

Entradas

Entradas

Saídas

Saídas

analógicas

digitais

analógicas

digitais

Terminais de bus

750-4xx....6xx

 

 

 

 

Nó de bus de campo com controlador 750-812, 750-814, 750-815, 750-816

Figura 5.7: Intercâmbio de dados entre o Master MODBUS e os terminais de bus

PAE = Figura do processo das entradas

PAA = Figura do processo das saídas

g012818p

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